25 de maio de 2018

Ainda a propósito de livros...

... vou em breve publicar aqui uma lista dos livros que tenho para venda, que enviarei a €5 para quem quiser ficar com eles. Todos em bom estado, quase todos recentes.

Começa hoje a nossa desgraça


Essencial, mas mesmo, mesmo essencial, é consultar regularmente aqui a lista dos livros do dia. Bons negócios avizinham-se.

(E eu, que acabei de fazer uma triagem aos livros que não queria para arranjar espaço para os que andavam em montes lá por casa, vou ver-me grega novamente...)

23 de maio de 2018

Morreu um escritor genial


Para quem não tenha lido nada de Philip Roth, aproveite agora que os livros dele decerto estarão mais visíveis. Neles, Roth fala de temas como o judaísmo, o sonho americano, a morte e a velhice, sempre com um estilo muito próprio.

Já li bastantes livros dele...

Goodbye, Columbus
Pastoral americana
Engano
O complexo de Portnoy
Casei com um comunista
Némesis
A lição de anatomia

... mas felizmente ainda tenho uns tantos para ler. E quero ler todos.


O que eu queria era oferecer-lhes estas...



São bicicletas de equlíbrio da Veloretti, para mais tarde passarem mais facilmente para as bicicletas normais. Mas, tendo em conta o preço (que com os portes vai quase ao triplo das outras), vou ter de me contentar com estas da Decathlon, que não são feias mas que não têm a mesma pinta:


21 de maio de 2018

Minibalanço do quadrimestre

Estes primeiros 4 meses de 2018 têm trazido uma sucessão de obstáculos que às vezes me fazem pensar que as energias positivas e negativas existem mesmo:
- morte da Vespinha
- agravamento dos meus problemas de miopia
- infeção ginecológica que deu para apanhar um pequeno susto
- infiltrações em casa ainda sem resolução à vista
- entrada e permanência em coma de uma pessoa de quem gosto e a quem devo muito
- algumas indefinições profissionais
- mudanças familiares que implicam decisões difíceis

Espero, ansiosamente, que este segundo quadrimestre traga mais coisas boas e menos tristezas. A começar por bons resultados na ressonância magnética que faço anualmente e a terminar pelo sucesso do aniversário das miúdas, passando por umas férias retemperadoras.

Preciso de um pouco de paz.

18 de maio de 2018

Bazar no Parque

Podem ver abaixo alguns dos livros que vou ter amanhã no Bazar do Parque. Tudo a €1, €2 e €5. Paul Auster, Lucia Berlin, Isabela Figueiredo, Sofi Oksanen... E clássicos como Agatha Christie, Graham Greene e Hans Helmut Kirst, todos estes a €2.

Também vou ter uma data de roupa das miúdas em bom estado, entre os €2 e os €10 (sapatos impecáceis, calças skinny, blusões, vestidos de ganga...), boias próprias para bebés e outros diversos, como capas de almofadas, uns quadros e uma ventoinha de pé gira.

Das 10h às 16h, no Passeio do Adamastor, Parque das Nações.


Apareçam!

Eu vou lá estar todo o dia, a tentar vender livros, muitos livros, e mais meia dúzia de coisas das miúdas ou de que já não preciso. Fica perto da marina do Parque das Nações.

17 de maio de 2018

E mais um mês sem ela

Ainda falo nas gatas no plural, quando a TT se aproxima ainda fico na dúvida de qual delas é, faz-me falta tê-la à porta quando chego a casa e bem encostadinha a mim quando estou a dormir.

As saudades da Vespinha não abrandam.

16 de maio de 2018

Tamanhos absolutos

Para podermos visualizar o tamanho de algumas coisas que são realmente enormes, e que por isso não conseguimos imaginar, Kevin Wisbith fez algumas fotomontagens que tornam tudo muito mais claro.

O motor de um foguetão e um Smart.
Um petroleiro e o Central Park.
O asteroide Dyonisus e a Golden Gate Bridge.
O Titanic e um porta-aviões.
O B-2 Bomber e um estádio de futebol americano.
O Burj Khalifa, nos Emirados Árabes Unidos, e o Empire State Building.

15 de maio de 2018

Deixei-te ir, de Clare Mackintosh

Com desconto, clicar aqui.
Deixei-me levar pela sinopse, que levantava o véu sobre o atropelamento de uma criança e a culpa que a mãe sentiria. Mas o que encontrei foi, a meu ver, uma grande chatice, com a história às voltas, às voltas, sem praticamente nada se desenvolver.

Há um volte-face a meio do livro, que muda bastante a perspetiva de que o estava a ler, mas nem isso o tornou mais interessante. Há um detetive workaholic com uma atração platónica por uma colega de que nada advém, uma mulher que se isola para se redimir do que fez, um homem obcecado por uma mulher. Tudo isto parece quase desgarrado, mal colado, e tudo extremamente previsível. É isto ou eu ando a ler livros de suspense a mais e já poucos me impressionam.